HPE oferece soluções prontas de infraestrutura de desktop virtual

Ao reconhecer a crescente necessidade de implementar ou dimensionar a infraestrutura remota da força de trabalho para atender às políticas de distanciamento social e quarentena, a Hewlett Packard Enterprise – HPE está lançando uma solução ainda mais poderosa de infraestrutura de desktop virtual – VDI, oferecendo termos de financiamento flexíveis e novas soluções pré-configuradas para aumentar a flexibilidade e acelerar a entrega para os clientes. A gama de soluções VDI, serviços de consultoria e financiamento da HPE permite que os clientes projetem e adaptem rapidamente suas implementações de VDI para atender às necessidades dos usuários, manter sua rede segura e economizar capital.

Disponível agora, a HPE Financial Services está oferecendo novas opções inovadoras de ciclo de vida financeiro e de ativos, incluindo a possibilidade de adiamentos de pagamento de 90 dias em soluções VDI. As soluções HPE VDI também estão disponíveis, com um modelo de consumo de serviço por meio do HPE Greenlake que oferece suporte a clientes que exigem flexibilidade financeira e uma experiência de TI mais simplificada.

As soluções de infraestrutura, que oferecem os principais recursos de gerenciamento remoto, segurança e automação do setor, ajudam as empresas a fornecerem rapidamente espaços de trabalho virtuais para suas equipes

A HPE também oferece novas soluções de VDI pré-configuradas para prestar suporte a clientes pequenos, médios e empresariais. Criadas nos servidores HPE ProLiant ou HPE Synergy, essas soluções podem iniciar com apenas 80 usuários e escalar para mais de dois mil trabalhadores remotos, tendo sido projetadas para ambientes Citrix e VMware.

Outro anúncio foi da solução VDI de alto desempenho para dar suporte a usuários avançados que trabalham remotamente. O HPE Moonshot agora é fornecido com o novo servidor blade HPE ProLiant m750, oferece mais de 70% de vantagem de desempenho e consome 25% menos energia que a geração anterior. Em desktops e aplicativos virtualizados em que densidade e eficiência são fundamentais, o novo servidor blade HPE ProLiant m750 pode suportar cerca de 33% a mais de trabalhadores remotos com 25% menos energia.

“A resposta global urgente à Covid-19 pressionou nossos clientes a implementarem e expandirem rapidamente opções de trabalho remotas e seguras para suas organizações. Tenho orgulho de que nossa equipe esteja oferecendo uma variedade de soluções, serviços e conhecimentos para ajudar nossos clientes a apoiarem seus funcionários e operações durante esse período crítico”, diz Gerald Kleyn, vice-presidente e gerente geral dos sistemas Moonshot, Edge e IoT na HPE. “Nossas soluções de infraestrutura, que oferecem os principais recursos de gerenciamento remoto, segurança e automação do setor, ajudam as empresas a fornecerem rapidamente espaços de trabalho virtuais para sua equipe”.

As novas soluções podem ser facilmente acessadas e gerenciadas, para alimentar uma variedade de aplicativos de uso remoto em mercados como bancos, saúde e educação. Esses aplicativos incluem comércio eletrônico, telemedicina, suporte para trabalhadores remotos em instalações médicas temporárias e e-learning para salas de aula virtual e educação a distância, EAD.

A HPE também oferece uma gama de serviços de consultoria e profissionais para ajudar os clientes a projetarem, implantarem e gerenciarem suas iniciativas de força de trabalho remota, tendo sido recentemente reconhecida como líder no primeiro cenário de mercado mundial de serviços de trabalho digital da IDC. Com centenas de especialistas em locais de trabalho digitais em todo o mundo, entregando mais de 500 projetos por ano, a HPE possui profunda experiência em ajudar as organizações a estabelecerem conectividade segura e confiável para trabalhadores remotos, implementando rapidamente opções de locais de trabalho remotos com parceiros como Microsoft e Citrix.

 

Fonte: inforchannel

9 vídeos inspiradores sobre transformação digital

Essas apresentações e palestras têm uma mensagem para todas as empresas, grandes e pequenas: entre no trem digital agora ou permaneça na estação para sempre.

1. “Digital Disruption. Digital Transformation,” Karl-Heinz Streibich, Innovation World 2015

 

2. “Flipping the Switch,” Frank Gens, Digital Transformation Conference 2016

 

3. “The Digital Transformation of Industries,” various speakers, Davos 2016

 

4. “The Digital Transformation Playbook,” David Rogers, Brite ’16 Conference

 

5. “Why Most Digital Business Transformations Will Fail,” Martin Gill, TNW Conference Europe 2015

 

6. “Forget Disruption, It’s Time for Transformation,” Dado Van Peteghem, Digital First 2015

 

7. “The 6 Key Challenges of Digital Transformation,” Emmanuel Vivier, Adobe Summit EMEA 2015

8. “Leading Digital Transformation Now—No Matter What Business You’re In,” Dr. Didier Bonnet, Oracle OpenWorld 2014


9. “The Digital Transformation of Enterprises,” Jessica Federer, FICOD15

 

Certigov: a hora é agora!

Para você, pedir a um amigo que trabalha no serviço público para ajudá-lo a tirar um documento mais rápido do que o normal é um favor, entra no rol do jeitinho brasileiro ou trata-se de corrupção? Hoje, as chances de você ter ficado com a terceira opção são altas. Certamente muito mais altas do que há 17 anos, quando Alberto Carlos Almeida incluiu tal pergunta na Pesquisa Social Brasileira. Realizada no âmbito da Universidade Federal Fluminense em 2002, o levantamento gerou o livro A Cabeça do Brasileiro. Na obra, lançada em 2007, o autor disseca a pesquisa, revelando o que pensávamos sobre vários temas, entre eles o malfadado jeitinho brasileiro.

Na época, 43% dos 2.363 entrevistados classificaram o pedido como jeitinho, 26% como um simples favor e 31% como um ato de corrupção. Mas Alberto já pressentia a mudança na mentalidade das novas gerações que motivaria, na década seguinte, a aprovação da Lei Anticorrupção e o início da Operação Lava Jato. No recorte por faixa etária, a pesquisa de 2002 mostrou que 44% das pessoas entre 18 a 24 anos consideravam corrupção o ato de se favorecer de uma amizade para acelerar a obtenção de um documento, enquanto no estrato acima dos 60 anos, o percentual que julgava o ato como corrupção despencava para 23%.

Não por acaso, nesse mesmo intervalo de tempo começou a disseminar-se no meio corporativo um conceito que no cenário atual é imprescindível. Estou falando de compliance, termo em inglês que contempla mecanismos de controle e padrões éticos a serem adotados pelas empresas.

É curioso observar que essa ferramenta está entre nós há mais de 20 anos. No jornal O Estado de S.Paulo o termo aparece pela primeira vez com tal conotação em um anúncio da Fipe veiculado em 1996, divulgando o curso de compliance e risk management em instituições financeiras. Foram elas, sobretudo os fundos de investimento, motivados pela necessidade de se defender de ações fraudulentas, que alavancaram as estratégias de compliance. O termo entra definitivamente na pauta do jornal em março de 2000, numa matéria de página inteira discutindo as fraudes nos fundos de investimento e mecanismos para evitá-las. Ainda assim, a palavra aparecia esporadicamente no periódico. As referências à ferramenta de gestão se popularizam efetivamente a partir de 2013, com a aprovação da Lei 12.846, a Lei Anticorrupção. Em matéria publicada em julho de 2018, o Estadão assinalou o crescimento na procura das empresas por treinamentos e programas de compliance com o objetivo de se blindar de punições e dificultar esquemas de corrupção.

Não basta ser, é preciso parecer

A mudança de mentalidade das equipes por meio da reciclagem de conhecimento tem se mostrado uma ferramenta eficaz. Mas algumas empresas têm ido além, pois sabemos que não basta ser ético, é preciso mostrar-se ético, explicitando de forma clara e objetiva a adoção de boas práticas de compliance. E no mundo dos negócios, nada melhor do que a chancela de um organismo idôneo para mostrar que se está no caminho certo.

Assim nasceu o selo Certigov. Desenvolvido pela consultoria independente Paseli a partir das demandas da HPE, a certificação fomenta a ética e a transparência nas empresas que participam de licitações para o governo. Baseada em leis e padrões anticorrupção nacionais e internacionais, incluindo a Lei 12.846 e a ISO 37001/2016, o Certigov traz maior segurança jurídica à HPE e seus parceiros, aumentando a eficiência das vendas ao setor público ao instituir práticas preventivas de compliance.

Não se trata apenas de um carimbo de boa conduta. O diferencial está na metodologia adotada pela Paseli. Destinada aos representantes HPE, ela envolve, além da auditoria, a revisão de todos os procedimentos de venda ao setor público, assim como entrevistas individuais, apresentação de diagnóstico, treinamento e recomendações para que o distribuidor tenha a chance de continuar evoluindo nessa área.

Como integrante da primeira leva de canais certificados, devo dizer que mesmo tendo a ética como um dos pilares de nossa atuação, o processo de certificação nos ajudou a espalhar a cultura anticorrupção por toda a empresa, fazendo com que extrapolasse os limites do departamento que trata das relações com o governo.

E estamos aqui diante do velho e bom ganha-ganha. O maior benefício do Certigov é a transparência em todo o processo, do qual tiram proveito os três agentes envolvidos: a empresa pública, a revenda e a HPE.

Temos de engrossar o caldo dos que rechaçam as antigas práticas. E o momento não poderia ser mais propício. Entre nesse jogo com a gente.